A Contra-Aposta de Pascal

Tenho algumas observações:

1°: é uma ideia nova(creio eu que ninguem pensou nisso) por isso provavelmente tem erros e talvez seja dificil de ser entendida.

2° funciona em um modelo semelhante ao de Pascal, mas que tenta evitar as falacias e com adição de outras culturas.

3°: Quando falo em deus eu me refiro a um super-humano imortal com um conhecimento além do que simples humanos podem reter, ou a forças fundamentais do universo no caso de impessoalidade.

E olhei, e eis que estava o Cordeiro sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil, que em suas testas tinham escrito o nome de seu Pai.

E ouvi uma voz do céu, como a voz de muitas águas, e como a voz de um grande trovão; e ouvi uma voz de harpistas, que tocavam com as suas harpas.

E cantavam um como cântico novo diante do trono, e diante dos quatro animais e dos anciãos; e ninguém podia aprender aquele cântico, senão os cento e quarenta e quatro mil que foram comprados da terra.

Estes são os que não estão contaminados com mulheres; porque são virgens. Estes são os que seguem o Cordeiro para onde quer que vá. Estes são os que dentre os homens foram comprados como primícias para Deus e para o Cordeiro. – Apocalipse 14 1~4

Ateísmo ou Teísmo? Agnóstico ou Gnóstico? Cético ou Crente? Qual a verdadeira Solução? De acordo com minha filosofia atual, a resposta pouco importa. A verdade é que independente da resposta o resultado será invariavel, acontecerá o que foi decidido anteriormente, na criação do universo.

O que muda com a existência de Deus? Imagine por um momento que existe um ser Oniciente e relativamente onipotente(Ele não é exatamente onipotente, somente é mais poderoso que o resto das existencias somadas). Esse deus é um psicopata que cria uma ilusão de livre-arbitrio para a suas criações, sua diversão é ver suas criações e assim que elas morrerem irem direto para um lugar de fogo eterno, independente do que elas fizessem durante a vida.

Qual será a diferença em conhecer sua existencia ou não? Seu destino será o mesmo, a informação que você conseguiu responderá suas duvidas, mas não possibilitará que você mude seu destino.

Claro que esse exemplo foi relativamente exagerado,mas prossigamos

A questão é que dado a quantidade de religiões e a chance dele não existir, provavelmente a maioria estará errada(e mesmo que não estivesse, nada garante que você passe pelo “teste de qualidade”). Por isso é extremamente Próvavel que você tenha uma Pós-vida horrível(ou até mesmo nem exista pós-vida). Então não importa qual seja a verdadeira crença, porque não dependerá exatamente da crença e sim da pessoa. Afinal é mais próvavel(e mais justo) que Carl Sagan vá para o Céu no lugar de um evangélico estelionatário.

é como uma roleta russa, só que a bala sempre estará lá, a arma é que muda, tem a arma que não dispara, a arma que mata sem dor e a arma que não mata, mas provoca dor temporária ou permanente. E essa arma já foi escolhida no inicio do universo e descobrir qual é a arma não vai adiantar de quase nada, afinal o resultado é quase o mesmo para todos.

Claro que a situação não é tão desesperadora assim, existe o risco de que deus seja realmente benevolente e perdoe todo mundo, nesse caso tambem não faz diferença alguma, pois você será perdoado. Em compensação corre o risco de Deus ser um ser extremamente psicopata e sádico(assim como a humanidade que criou). Nesse caso tambem não fará a menor diferença, você pode até ficar sofrer menos que os outros, mas vai sofrer…

Todas as crenças (dogmaticas ou não) tem um risco alto, afinal criar uma nova crença é fácil e a religião verdadeira pode ser tanto a mais antiga/polulosa quanto a nova religião criada semana passada. O principal problema da religião é que não se tem evidencias a favor ou contra,nenhuma é mais importante que outra formando uma discussão sem fim. Ai que surge minha conclusão e minha aposta:

Tanto faz sua crença, você provavelmente estará errado. é como jogar roleta russa com uma pistola: ela pode falhar, mas isso dificilmente acontecerá e caso não falhe você se ferrou legal. A melhor opção é escolher a crença, não pela possibilidade de estar correta, mas pelo conforto que ela lhe dá. Ou então se abster de ter uma crença.

A partir de hoje eu serei simplesmente Agnóstico. No maximo serei chamado de Cético, pois antes de tirar conclusões, eu irei desejar evidencias aceitavelmente boas…

uma raça de seres pandimensionais hiperinteligentes construiu certa
vez um supercomputador gigantesco chamado Pensador Profundo para calcular de uma vez
por todas a Resposta à Questão Fundamental da Vida, do Universo e de Tudo.
Por sete milhões e meio de anos, Pensador Profundo computou e calculou, e por fim
anunciou que a resposta de fato era Quarenta-e-dois — e assim outro computador ainda
maior teve que ser construído para descobrir qual era a pergunta afinal.

					
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Um comentário sobre “A Contra-Aposta de Pascal

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